quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Crítico assíduo



 

Crítico assíduo 


Depois de alguns poucos anos de uma suposta presença permanente, com textos semanais em jornais diários e locais (apenas um com certa frequência), acabamos por ter leitores que se tornam assíduos nas leituras dos textos. Uma frequência de textos não formalizada. Apenas um acordo não formal e não verbal na frequência de artigos semanais. Um acordo informal, gestual e virtual, de enviar textos em uma frequência semanal. E os textos serem publicados também com uma frequência semanal. Por certo um texto é publicado porque agradou o editor, e por consequência agrada alguns leitores.

Um leitor pode ter alguns motivos para acompanhar um autor escritor: um ganho de conhecimento e informação, ou uma simpatia pelos temas. Temas que podem ter tabulado e escrito tudo o que pensamos, mas por alguma razão não podemos e nem pensamos em escrever. Um leitor assíduo também pode acompanhar textos e autores para testar seus próprios conhecimentos, criando críticas e argumentos, a partir de seus conhecimentos e pontos de vista. 

Um crítico assíduo tem feito criticas sobre as minhas construções gramaticais. Criticas de concordância e literária, quanto à preservação das normas da língua, que ele chama de língua nativa. A forma culta, cultuada e preservada por literatos. A chamada forma culta que se contrapõe a forma vulgar e coloquial, utilizada nas conversas de rua, entre amigos e conhecidos, sem formalidades gramaticais. 

Não a chamaria de uma norma ou forma, culta ou nativa. Mas de uma língua infiltrada, impetrada pela colonização.  Uma colonização ditada por uma nobreza. Já que a língua nativa pertenceria aos nativos que a esquecemos, ou nem aprendemos. Adotamos algumas poucas palavras que significam coisas simples como exemplo um mingau, servido com canela. Que na forma culta e gastronômica pode se tornar um Cream Milk: creme preparado com leite, de vacas rastreadas, e cereais importados e selecionados, decorado e servido com especiarias pulverizadas e polvilhadas.

A língua portuguesa foi implantada pela colonização portuguesa e sua corte. E a segunda língua falada ou aprendida em escolas, chegou por um colonialismo moderno. O mundo (a Terra) dá voltas e promove uma homogeneização.

Em nenhum momento Gelson (é assim que ele assina os e-mails), fez ou faz criticas quando ao conteúdo do que escrevo. Gelson faz criticas da parte em que, com certeza domina um conhecimento. Despede-se no e-mail como leitor e candidato à amigo.

Respeito as posições e comentários de Gelson. Mas em contra partida vejo algo em longo prazo, um prazo indeterminado que não há como determinar. Ao fim de um prazo, um fim do vocabulário e um fim dos textos. Visto que muitos textos, inclusive os meus são de tamanho reduzido. As velocidades das informações são cada vez maiores. E os textos precisam ser menores. 

Cada vez mais reduzimos textos e palavras. Precisamos de símbolos e formas para passar uma ideia, uma informação ou um conhecimento. Símbolos precisos e objetivos, com informações precisas. 

Como estou em uma cidade vizinha à cidade de Natal/RN, e o jornal citado (Jornal de Hoje) circula a partir de Natal, gosto de dar um exemplo da terra, com um comércio nascido nesta terra. Há uma grande concorrência entre mercados, supermercados e hipermercados. E para concorrer com marcas internacionais foi necessário um supermercado local colocar pictogramas junto a sua logomarca para ser reconhecido internacionalmente com os produtos que podem ser encontrados em suas gôndolas e prateleiras. Não sei exatamente quando os ícones foram colocados, mas os ícones estão lá. E no período da Copa do Mundo 2004, qualquer estrangeiro pode identificar.











“É louvável como o Nordestão vem trabalhando com a marca durante estes 40 anos de história. A empresa tem mostrado um bom trabalho em termos de comunicação de mídia e gestão participativa, superando inclusive, grandes empresas que vieram de fora. O Nordestão sabe como ninguém falar diretamente com o consumidor”. Disse Eliane Rocha (Gerente Comercial do Jornal Tribuna do Norte), na revista comemorativa: 40 anos do supermercado Nortesdão – Uma História de Sucesso (E&M Especial – outubro/2012).








Outros ícones são encontrados e facilitados em computadores e no acesso a internet. Ícones que encobrem links para dar acesso a novas páginas, novos serviços, novos caminhos. A internet é o exemplo claro da velocidade das informações e a necessidade  da precisão do conhecimento.
 







Torna-se cada vez mais necessário conhecer imagens para saber a que caminhos levam e quais serviços são oferecidos. E que conhecimentos ou informações podem fornecer. A esta ciência de conhecimento e reconhecimento de imagens e símbolos, letras e siglas, códigos ou codificações eu denomino de Komunikologia (Kommunikologie). E é um tema que venho pesquisando e desenvolvendo: http://komunikologie.blogspot.com.br/

Texto disponível em:

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O avião como transmissão de conhecimento

O avião como transmissão de conhecimento



 http://www.publikador.com/tecnologia/maracaja/2014/11/o-aviao-como-transmissao-de-conhecimento/

 http://www.publikador.com/tecnologia/maracaja/2014/11/o-aviao-como-transmissao-de-conhecimento/


http://www.publikador.com/tecnologia/maracaja/2014/11/o-aviao-como-transmissao-de-conhecimento/

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